5 de janeiro de 2011

' Crise existencial.

Nestes últimos tempos tenho andado numa crise existencial... constantemente a colocar-me questões a mim própria às quais sei que nunca vou conseguir responder... deixei que a minha mente fosse por caminhos perigosos, daqueles que, uma vez que se entra, já não se consegue sair... (o mais irónico é que entrei por estes "caminhos" aos 15 anos, quando comecei a escrever aqueles poemas que nem todo o mundo entende na sua essência, mas enfim, eu sei que entendo, e depois dessa fase fartei-me de me questionar a mim mesma e entreguei-me completamente à trivialidade da vida e às coisas mais superficiais... agora deu-me para voltar)... não estou deprimida e já pensei em suicidio mas nunca em cometê-lo na realidade... porque amo demasiado a vida. o que é contraditório... desde os 15 anos que penso nestas coisas. fecho-me em copas, e simplesmente penso. muitas das vezes quero exprimir-me por palavras e não consigo. consegui expressar-me em alguns dos meus poemas, a partir daí parece que perdi "a coisa"... sei que só ando a pensar, e a pensar, e a pensar... no absurdo da vida. no absurdo completo que é a vida. de como tudo é completamente repetitivo, até a própria existência... ninguém é ninguém, todo o mundo é simplesmente cópia... eu não sou eu, eu sou uma cópia de alguém... provavelmente nunca serei ninguém... (e esta questão mais "filosófica" leva-me sempre sempre sempre a uma questão de índole mais prática, que é "eu não sei o que quero da vida")... de como tudo é completamente absurdo... parar para pensar de onde tudo veio e para onde tudo vai e, afinal, o que raio estamos aqui a fazer... dêem os argumentos que derem "estamos aqui para procriar", "estamos aqui porque deus nos criou" (e a questão da religião é outra que dá pano para mangas, mas para resumir a coisa, para mim é simplesmente uma forma que as pessoas encontraram para depositarem tudo o que de bom e mau acontece e até mesmo todas estas perguntas, num ser divino e superior, que "dita" o que está certo ao errado, no qual depositamos fé e esperança numa vida após a morte, enfim... uma fachada total), vai tudo dar ao mesmo... a um gigante e redondo PORQUÊ. o porquê de tudo existir, o porquê de tudo ter começado, se alguma vez começou (ninguém sabe, quando chegámos cá já tudo existia simplesmente), o porquê de tudo simplesmente ser, se tudo um dia vai simplesmente acabar... o tempo, atrofia-me... o tempo é uma questão que me confunde... a questão do ser humano ter sentido a necessidade de ter criado algo que cronometrasse o tempo, aliás, por ter criado a própria noção de tempo, por sentir necessidade de se orientar... orientar... regras, normas sociais, leis... sem elas, o que seríamos? verdadeiramente livres... verdadeiramente livres? nunca seríamos felizes assim... na verdade, a liberdade é uma completa falácia... viveríamos no completo caos e desordem... no fundo, temos tanta necessidade (pelo menos eu) de quebrar regras e de revoltar-se contra padrões e critérios universais do que é aceite ou reprovável, contra juízos de valor nos quais acabamos por cair nós mesmos inevitavelmente... mas a verdade é que sem tudo isso viveríamos num completo abismo, um buraco negro para o qual seríamos sugados, um caminho sem fim e sem retorno, o ciclo vicioso do sem-sentido... depois de pensar nisto, chego à conclusão de que não vale a pena... que pensar nestas coisas só por um dia me cansa tanto psicologicamente, ao ponto de me deixar exausta, quanto mais pensar uma semana, um mês, um ano, uma vida inteira!... e nunca chegar a uma solução... diz-se que o ser humano é racional e por isso terá mais vantagem sobre os outros animais, no entanto, não vejo a coisa dessa forma... quanto mais consciência e racionalidade temos, mais dúvidas colocamos, menos respostas obtemos, mais infelizes nos sentimos... há alturas em que penso mesmo, mais valia viver na ignorância e ser feliz... não aguentamos de tanto conhecimento, de querermos sempre conhecer mais porque achamos que nunca conhecemos o suficiente... e procuramos, mais e mais, mais e mais, e quanto mais procuramos, menos encontramos, a menos conclusões chegamos e mais dúvidas surgem... então chegamos à conclusão de que o melhor será mesmo aceitar o absurdo completo da simples existência e viver com isso... entregarmo-nos às trivialidades do dia-a-dia, ao trabalho, à faculdade, aos amigos, ao namorado/a, à série de televisão, ao facebook, aos blogs, à satisfação das nossas necessidades mais básicas, ao sexo e aos prazeres carnais e efémeros, ou às coisas que achamos belas e geniais na vida, como aquela música que nos toca em todos os aspectos e que somos capazes de ficar um fim-de-semana inteiro a ouvir, ou ir a um museu contemplar as mais belas obras de arte alguma vez feitas, ou viajar pelo menos uma vez por mês e conhecer pessoas e culturas diferentes da nossa... fazendo um esforço para nos esquecermos de que há e sempre vai haver aquela dúvida existencial, a maior dúvida de sempre, mas que, como nunca lhe vamos conseguir dar uma resposta, mais vale então habituarmo-nos... como quem diz deal with it, chegaste aqui, nasceste, vives, não te mates porque concerteza tens alguém que te ama no mundo e como ser altruísta que deves ser não deves ser egoísta ao ponto de tirares a tua própria vida e deixares alguém a sofrer por cá...  mas que tudo isso que vives não tem importância absolutamente nenhuma... sejas tu, anónimo, ou o Barak Obama, vai tudo dar ao mesmo... somos iguais por dentro, temos o sangue da mesma cor e, como seres humanos irremediavelmente condenados à trivialidade e efemeridade, não somos absolutamente nada senão a repetição de alguém... por isso, das duas uma, mata-te ou conforma-te, simplesmente, não há nenhuma outra saída...

não sei que se passa comigo... ando a ler Nietzche, ando extremamente existencialista e niilista... neste momento vivo no absoluto caos que é a minha mente.

e tudo isto começou pela coisa mais absurda de sempre... uma cadeira, na faculdade, que odeio, e que quando me sentei para estudar e quis bater com a cabeça nas paredes... quando recebi as notas e vi que tinha tido dois míseros 14's (eu sou exigente comigo própria e 14 é médio a mandar para o mau) depois de me ter esfalfado em 2 trabalhos... dei por mim a pensar... PORRA, esta merda não me faz feliz, provavelmente só me faz ganhar rugas e eu devo morrer jovem, porque é que eu estou a perder tempo com isto... isto não interessa para nada, no fundo, no background do que é a minha vida inteira, isto não interessa absolutamente nada... but then again, que remédio tenho eu senão fazer algo da vida nem que seja com o último propósito de sobreviver e ir sobrevivendo para acabar por morrer... que remédio tenho eu, com a crise que está e com toda a gente (sobretudo os meus pais) a mandarem-me esse facto à cara, senão trabalhar para um pequeno vislumbre de um futuro que se diz ser melhor... mas que na verdade vai ser uma merda, porque nunca tive um time off para pensar o que realmente queria da vida, e nem me podia dar a esse luxo... por vezes sinto que fui forçada a crescer demasiado rápido, ainda que tivesse sempre mantido o meu mundinho cor-de-rosa para salvaguardar a minha sanidade mental.

toda e qualquer motivação foi-se, vai-se, um pouco mais todos os dias, faço as coisas por obrigação, a pensar que sim senhora, adoro psicologia, mas que provavelmente não me vai levar a lado nenhum... vai levar-me onde? a tirar um curso, arranjar um emprego, dentro de um consultório ou de um escritório, onde vou estar todos os dias das 9h às 17h, para conseguir pagar as contas ao fim do mês, escrever uns quantos livros se tiver sorte e inspiração, constituir família, cuidar dos filhos, envelhecer, reformar-me, cuidar dos netos, e eventualmente (aliás, de certeza), morrer... é isso mesmo... "Há quem diga que a vida é como uma longa caminhada. Que grandes caminhos se percorrem começando por dar um pequeno passo. Que partimos de um princípio, e chegamos à felicidade, simbolizada pelo fim desse grande caminho. Eu acho que a vida é uma caminhada que vai sempre dar ao mesmo. Não é em frente, como na proposta que referi acima, mas sim para os lados. Podemos dar um, dois, três passos, ou os que forem, para a esquerda ou para a direita. Mas voltamos sempre ao mesmo. Voltamos sempre àquele ponto inicial, que coincide com o final. Onde o nascimento se cruza com a morte... no fundo, acabamos sempre onde começámos. Dermos os passos nas direcções que dermos. Acabamos sempre onde começámos e tudo o que fica pelo meio, é só isso... tudo o que fica pelo meio. Nada mais, nada menos." (daqui, por mim).

Sempre filosofei muito. Demais até. Até doer. Doer mesmo, doer na alma. Não sei se tive algum trauma de infância em relação à morte, se tive não me lembro, mas nunca consegui lidar bem com a mortalidade das pessoas e a finalidade das coisas em geral. Há momentos em que me sinto como uma criança que se confronta com a morte pela primeira vez. Ainda não tendo aceitado bem a questão da mortalidade, chegar à conclusão de que a morte/o fim é absolutamente inevitável a tudo o que vive, é dose demais para mim. "Filosofar é aprender a morrer". José Saramago.

4 de Janeiro de 2011 à noite... o meu avô paterno morreu. só soube agora. não o conhecia, still meu mundo inteiro ruiu. ainda mais. se estive quase o dia inteiro de hoje a chorar, foi por pressentimento, por presságio, de certeza, uma espécie de sexto sentido, e eu nem sou de acreditar nessas coisas, mas raras são as vezes em que acordo e me apetece simplesmente chorar, compulsivamente, chorar e chorar apenas. estou mais triste pelo meu pai. as forças esgotaram-se. estou tão angustiada que nem consigo chorar. não tenho mais lágrimas. Descansa em paz, Avô.

14 comentários:

Anónimo disse...

Porque é que as pessoas trabalham tanto para terem um 14 quando podem ter o 14 fazendo o trabalho em 30 minutos no último dia para entregar?

'Filosofar é aprender a morrer'

' Claudjinha disse...

Anónimo --> ahah, que piada. vou começar (Daniel) a fazer como tu. aliás, vou fazer uma experiência e não estudar para o exame de 6ª. já cheguei à conclusão que esforçar-me ou não vai dar ao mesmo.

Essa frase é de José Saramago, li num livro dele e até sublinhei de achar tão... GENIAL. Obrigada por teres posto isso ai, amei.

Anónimo disse...

ps- tudo´e uma questão de perspectiva.
Porque procuras um sentido da vida (daquilo que és ou do não que és)?
Porque não pensas o contrário? Será que é preciso haver um sentido?
Será que é preciso existir respostas?

Apenas sorri.

' Claudjinha disse...

Costumo pensar assim. No geral sou bastante optimista, vejo as coisas pelo lado positivo e estou sempre a sorrir. Mas há fases em que sou o completo oposto. Tenho um lado obscuro que pouca gente conhece. Sê bem-vindo a esse lado.

Anónimo disse...

não me apetece comentar mais.



uhhh fiz um paradoxo sem querer agora o.0

Botas disse...

Porque perguntas tu? eu respondo, "porque não?" ou porque as pessoas querem e gostam. Mas muitas respostas só levam a ainda mais perguntas.

<3

Anónimo disse...

Não perguntes porquê. Pergunta antes para quê. Vais ver se não é totalmente diferente.

Li isto, não sei em que livro, e vou deixar aqui: "A vida tem sentido e tem sentido único":)

Salsa disse...

De maneira geral, hoje em dia poucas pessoas vivem, apenas sobrevivem.
Durante a leitura do teu texto lembrei-me muito do que o James Dean dizia:"Viver rápido e a grande velocidade, morrer jovem e deixar um cadáver bonito!"
Mas eu costumo dizer: no final olha para trás e verifica se foste feliz, porque no final só isso importa!

Marga disse...

Eu acredito que cada pessoa está viva por algum motivo. Cada um de nós contribui para a evolução ou regressão do Mundo. O que é que estás aqui a fazer, que não viver para morrer?? Olha para trás, e para tudo o que já fizeste. Para tudo o que foi feito com as tuas próprias mãos e que tornou o Mundo um bocadinho melhor. Os teus projectos que foram para a frente e que, de alguma forma, podem ter mudado a vida de alguém (mesmo que não saibas).

O que estás a passar é o que eu chamo de overthinking. Procurar demasiadamente os porquês.

Que interessa isso? Que interessa saber o porquê da nossa existência? O que interessa saber o porquê da nossa existência, nesta fase da vida? Deixa isso para quando fores velhota e olhares para trás a pensar com o que é que contribuíste para o Mundo... Agora? Limita-te a fazer. Não percas demasiado tempo nessas andanças.

Afinal, se não existissemos, faríamos o quê?

Marga disse...

Ps. Espero que isso te passe depressa ;)

→ Calipso disse...

Rapariga, tu és a única que me faz ler posts grandes. Eu leio os teus posts com imenso prazer, não é como nos outros blogs em que eu vejo que o post é gigante e passo à frente. Gosto mesmo do qe tu escreves e este deve ter sido o melhor qe ja li teu. Mt bgd por isto, acredita :)

Menina disse...

Acredita, acho que isso pelo que estás a passar, acontece a toda a gente em alguma altura. É pensar demais em tudo, nas coisas que no dia-a-dia nos passam ao lado, para bem da nossa sanidade mental. É por isso que eu prefiro andar a mil à hora, ocupada (ou a fingir que estou) com imensas coisas da faculdade, ou a tratar dos meus animais e tentar não ficar a pensar no que não devo. Porque sempre que não estou tão ocupada assim, é o que acaba por acontecer.

Lamento pelo teu avô, infelizmente já só tenho uma avó (e foi hoje internada no hospital =() e tenho saudades deles muitas vezes mesmo..

beijinho grande e que essa fase esteja já quase a passar*

A Revoluçao Feita por Nós disse...

Antes de tudo lamento pelo teu avô! Já tinha notado que tinhas colocado no facebook, mas nao disse nada porque ás vezes este nosso "lamento" não passa de uma certa prova de educação perante a dor ou sofrimento de outro (a), que não conhecemos.Lamentar no sentido que estou a chorar perdidamente não o poderei dizer. Mas lamento pelo facto de alguém próximo sofrer de uma forma que não sofremos. A morte não é o fim de tudo. Senão que valor tinha a vida não é? Por outro lado percebo que estás numa fase, momento de questionamento. Às vezes olhamos em nosso redor e tantas são as vezes quer tudo faz sentido, como são as vezes em que nada faz sentido também! Existem perguntas que por mais que nos questionemos nunca teremos resposta.Lês livros, vês debates de grandes filósofos, gurus, pastores de igrejas, políticos, actores, gente da sociedade e cada um com as suas belas palavras tenta arrumar um sentido único e até prático para a vida. Achas que algum deles sabe na realidade alguma coisa? Nop! Estão tantas vezes perdidos como nós.O que eles arrumam é um determinado ponto de equilibrio que ganham em consciência daquilo em que acreditam! NInguém sabe nada. Ninguém é justo, ninguém tem o dom de saber mais do que eu ou tu. O que sempre existirá serão sempre respostas inconclusivas! Provimos do BIG-BANG? De DEUS? O que fazemos? Para onde vamos? Existimos há 45 milhões de anos? Há 2000 mil anos? Espiritismo, Judaísmo, Catolicismo, Hinduísmo, Budismo...what a fuck is this? Milhares de pessoas em todo o mundo correm para algo que acreditam dentro delas. Acreditam ser o certo e a verdade! Quanto a ti...queres correr?Imagina uma corrida de 100 metros...participam todos representando os seus paises, ambições. Todos eles acreditam que vão ganhar certo?Mas só um ganha certo? Será ele melhor que os outros, porque ganhou? A importancia das coisas, não esta sempre em chegar em primeiro lugar ou ganhar. A importância de tudo...é que todos terminam a prova.Todos correm, todos ganham.A pergunta nao está se deves ganhar a prova. A pergunta nao esta em quantas coisas podes pensar ( com todo o direito que tens em pensar nelas)a questão está: O que eu devo fazer para participar! Participa da vida, dá o teu melhor, congratula-te pelos teus feitos. Alegra-te pelos feitos dos outros. Aprende, cresce e no final...asseguro-te que as questões que tens hoje...serão respondidas muito melhor amanhã.Capiche Senhorita??rs

A Revoluçao Feita por Nós disse...

Antes de tudo lamento pelo teu avô! Já tinha notado que tinhas colocado no facebook, mas nao disse nada porque ás vezes este nosso "lamento" não passa de uma certa prova de educação perante a dor ou sofrimento de outro (a), que não conhecemos.Lamentar no sentido que estou a chorar perdidamente não o poderei dizer. Mas lamento pelo facto de alguém próximo sofrer de uma forma que não sofremos. A morte não é o fim de tudo. Senão que valor tinha a vida não é? Por outro lado percebo que estás numa fase, momento de questionamento. Às vezes olhamos em nosso redor e tantas são as vezes quer tudo faz sentido, como são as vezes em que nada faz sentido também! Existem perguntas que por mais que nos questionemos nunca teremos resposta.Lês livros, vês debates de grandes filósofos, gurus, pastores de igrejas, políticos, actores, gente da sociedade e cada um com as suas belas palavras tenta arrumar um sentido único e até prático para a vida. Achas que algum deles sabe na realidade alguma coisa? Nop! Estão tantas vezes perdidos como nós.O que eles arrumam é um determinado ponto de equilibrio que ganham em consciência daquilo em que acreditam! NInguém sabe nada. Ninguém é justo, ninguém tem o dom de saber mais do que eu ou tu. O que sempre existirá serão sempre respostas inconclusivas! Provimos do BIG-BANG? De DEUS? O que fazemos? Para onde vamos? Existimos há 45 milhões de anos? Há 2000 mil anos? Espiritismo, Judaísmo, Catolicismo, Hinduísmo, Budismo...what a fuck is this? Milhares de pessoas em todo o mundo correm para algo que acreditam dentro delas. Acreditam ser o certo e a verdade! Quanto a ti...queres correr?Imagina uma corrida de 100 metros...participam todos representando os seus paises, ambições. Todos eles acreditam que vão ganhar certo?Mas só um ganha certo? Será ele melhor que os outros, porque ganhou? A importancia das coisas, não esta sempre em chegar em primeiro lugar ou ganhar. A importância de tudo...é que todos terminam a prova.Todos correm, todos ganham.A pergunta nao está se deves ganhar a prova. A pergunta nao esta em quantas coisas podes pensar ( com todo o direito que tens em pensar nelas)a questão está: O que eu devo fazer para participar! Participa da vida, dá o teu melhor, congratula-te pelos teus feitos. Alegra-te pelos feitos dos outros. Aprende, cresce e no final...asseguro-te que as questões que tens hoje...serão respondidas muito melhor amanhã.Capiche Senhorita??rs