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3 de julho de 2011

' POC?!

A Maria Leonor fez um comentário no post das limpezas/higiene, que me deixou a pensar:  "Acho que tens mesmo misofobia! Rapariga, há coisas com as quais concordo contigo...mas muitas das outras são too much! Como é que consegues viver assim? É um stress constante... "

Mas sinceramente, acabei por me esquecer e não me preocupei, pois não costuma ser um stress constante... são coisas, acções e preocupações pequenas e naturais que me surgem no dia-a-dia, quase ninguém dá por isso e eu já as faço automaticamente.

Mas ontem à noite fui sair e fiquei algo preocupada com um comportamento que tive: quando cheguei a casa, já quentinha/tocada pelo alcool (não bêbada, mas tinha a noção), só me apetecia cair na cama, mas ainda fui tomar banho, sempre com aquela preocupação constante de não contaminar os lençóis com os germes da rua, restaurante, discoteca, transportes publicos, todos os sítios por onde passei... quem tem este tipo de preocupação?

Quando acordei e liguei a tv, estava a dar o Dr OZ e ele estava a explicar a POC - Perturbação Obssessivo-Compulsiva - e eu identifiquei-me em alguns pontos. Até foi lá uma mulher que, tal como eu, tem "medo" de germes e micróbios... depois lá no programa um outro médico que estava a apresentar esse tema, tocou no sapato e esfregou a mão pela cara, para mostrar à mulher que não faz assim tão mal e que ela não vai ficar doente só por isso, mas a mim fez-me extrema confusão, tanto a mim como à mulherzinha que sofria de POC...lol. Entretanto, no vídeo dela, ela também tinha 2 manias que eu tenho: estar sempre a lavar as mãos e praticamente lavar a loiça antes de a pôr na máquina, com "medo" que a máquina falhe em alguma sujidade. Isto não é normal!

Não, não tenho aquela mania de re-organizar as coisas vezes sem conta e desligar os interruptores 30 vezes, nem  nada disso... se um quadro estiver torto, deixa-o lá, não me faz confusão. a mim é mais específico, são coisas muito específicas e até estúpidas, como por exemplo: quando faço limpezas, e ponho roupa para lavar, eu tiro o que tenho vestido e faço o resto da limpeza nua, isto só para não ficar tudo limpo e depois a única coisa no cesto da roupa suja ser o que eu tinha vestido enquanto estava a limpar...faz-me impressão! lol. Ou, por exemplo, numas escadarias, gosto sempre de entrar com o pé direito e sair com o pé direito também, ainda que isso implique que no fim tenha que saltar dois degraus... mas isso é mais superstição, não tanto obssessão.

Fiquei a saber que existem testes para detectar isso - e eu, como estudante de psicologia, tenho muito essa mania de me auto-diagnosticar, o que nunca se deve fazer, mas pronto, foi só para "diversão" - e fiz um teste qualquer na net, este, que me pareceu razoável. No fim não consegui saber o resultado, o site bloqueou e não tive paciência para repetir, mas tive uma ideia a partir do que assinalei em cada ponto. Sinceramente? Eu tenho manias muito específicas, mas apelidar de POC é demais. Sim, tenho a mania do controlo e adooooro coisas organizadinhas, mas por exemplo não tenho medo de ficar doente pelos germes, apenas me mete nojo saber que eles estão lá. Sim, gosto das coisas minimamente arrumadas e ordenadas, mas não ao ponto de ficar horas e horas a endireitar as mesmas coisas, nem de ir endireitar um quadro se vir que ele está torto. Não fico propriamente obcecada com isso.

Esse teste também me fez "consciencializar-me" de muitas outras manias que eu tenho, mas por vezes são inconscientes. Por exemplo, eu tenho muito uma noção de que existem nºs "bons e maus" (um dos pontos da escala do teste) - detesto, mas detesto, números ímpares, horas ímpares, o nº 13, chego ao ponto de parar o que estou a fazer durante um minuto se por acaso olhei para o relógio e eram 12h13 ou assim... - outra, ponto 5, "É-me difícil tocar um objecto quando sei que foi tocado por estranhos ou por certas pessoas." - porque, lá está, tenho aquela coisa que não sei o que a pessoa andou a fazer, e normalmente essa pessoa foi à casa-de-banho sem lavar as mãos, como eu vejo tanta vez, e portanto tudo o que elas tocam ficam contaminado; ponto 9: "Fico incomodado se os outros mudarem a forma como tenho as coisas organizadas." - ah, mas detesto mesmo! e quando as pessoas mexem nas minhas gavetas e deixam a roupa toda enrolada, eu tendo ir lá e dobrar tudo direitinho; "Por vezes, tenho de me lavar ou limpar apenas por sentir que possa estar contaminado. " - desta acho que já falei o suficiente.

O que mais me preocupa é que o meu pai, ainda por cima um parente directo, teve um início, se não mesmo, POC. Agora está muito melhor mas eu lembro-me perfeitamente que ele tinha as mãos em ferida de tanto as lavar - algo que eu não tenho - que estava sempre a limpar o wc de cada vez que lá ía, que ligava e desligava interruptores, abria e fechava portas, vezes sem conta. Acho que teve de tomar medicação e tudo. Ainda não se tem certezas de que a POC seja hereditária, mas há algumas evidências de que seja; fora isso, há sempre a hipótese da imitação e adopção de hábitos dos pais, pode ser que eu tenha adoptado alguns - e adoptei com certeza, os menos extremos - do meu pai.

Ainda não cheguei a esse ponto e acho, sinceramente, que não vou chegar, pois como disse, as minhas manias são muito específicas, mas não interferem com o meu quotidiano, consigo conviver bem com elas, não perturbam ninguém, e ninguém dá por elas. :) É apenas uma mania de limpeza conciliada com controlo, e não, não é um stress constante. :)

2 de julho de 2011

' Ainda das Limpezas (II) - ou da higiene em geral...


Num post anterior falei das minhas manias de limpeza em casa.

E nos outros locais, ou em outras situações, ou mesmo hábitos de higiene pessoal?

Bem, frequentemente dou por mim a achar que tenho Misofobia, e uma grande mania dos germes. Por vezes penso mesmo que penso em coisas que mais ninguém pensa.

Por exemplo, casas-de-banho públicas. Detesto ir, evito ao máximo, mas quando tenho mesmo de ir, é um pesadelo. Porque vejo, a toda a hora, pessoas que vão à casa-de-banho SEM LAVAR AS MÃOS DEPOIS. E isso, senhores (e senhoras) é das coisas que mais me mete nojo. Não só porque é com essas mesmas pessoas que trocamos apertos de mãos, toque, e outras coisas, mas principalmente por isto: e na hora de abrir a porta da casa-de-banho, para sair, depois de termos lavado as mãos? Pois que acredito piamente que aquela maçaneta está mais porca do que o tampo da sanita - partindo do princípio que as mulheres têm o bom senso de fazer xixi em pé - depois de dezenas, centenas, de pessoas, que foram à casa-de-banho, não terem lavado as mãos, e terem aberto a porta da mesma forma que o vamos fazer nós. E depois, ainda oiço pessoas a dizer - a sério, já ouvi! - "ah, mas fui só fazer xixi, e usei papel para limpar, tenho as mãos limpas". LIKE, REALLY????!! Dantes, quando as casas-de-banho tinham os papelinhos para limpar as mãos, eu utilizava esse mesmo papel para abrir a porta, e só o deitava fora quando chegava cá fora e estava "fora de perigo". Mas agora, que a grande maioria das casas-de-banho públicas só têm aquele arzinho para secar as mãos? Lá vou eu, com as mãos limpas, fazer alta ginástica para evitar tocar no sítio onde as pessoas tocam (muitas delas sem lavar as mãos); eu tento abrir a porta com o cotovelo, eu espero que alguém saia para sair logo atrás, ou, se for naqueles casos em que há um "poste" grande de metal ao longo da porta, eu agarro mais acima, em pontinhas dos pés, onde sei que ninguém agarra. heeerrrkkk.. só de pensar! E quem diz maçanetas das portas das casas-de-banho públicas, diz maçanetas dos cúbiculos, ou botões de autoclismo. Mas bem, nesse caso ainda não faz muito mal, uma vez que vamos lavar as mãos depois. E as pessoas que só lavam as mãos com água? Bem, nem vou entrar por aí.

Talheres. Eu detesto partilhar talheres! Não que tenha nojo. Mas não gosto mesmo. Seja com os meus próprios pais, ou até com o Bruno, a quem dou linguados. É diferente. Talheres, para mim, não se partilham. E quem diz talheres, diz alimentos do género maçãs e gelados. Vê-se que aquilo está mesmo tudo cheio de saliva da outra pessoa. Por isso detesto, mas detesto mesmo, quando me pedem para "dar uma trinca na maçã", ou "provar o gelado", se for sem colher. Muitas vezes acabo por deixar, para não ser vista como esquisita ou egoísta. O que é idiota, porque não é de todo egoísmo. Não tenho problemas em partilhar comida, desde que seja cada um com o seu talher, e sem lambusar tudo. Quer queira quer não, o ambiente social ainda dita muito do nosso comportamento. Mas a verdade é que, sempre que isso acontece, já não consigo desfrutar totalmente do meu gelado. Esquisitice, definitivamente. Egoísmo, não. Enfim. Quanto aos copos, já não me faz tanta impressão partilhar, e bebo sempre do lado oposto ao que a pessoa bebeu, apesar de ter aquela sensação que a pessoa deixou algum vestígio de saliva no líquido... bom, agora que penso nisso... Garrafas de água, então, é que detesto mesmo. Normalmente, garrafas de água dos outros cheiram esquisito. Não é por acaso. Normalmente, as pessoas têm o hábito de utilizar a mesma garrafa over and over, re-enchê-la vezes sem conta, e isso é nojento, deve trocar-se de garrafa a cada 2 ou 3 vezes que se re-enche. Não usá-la até ao resto da vida. E uma garrafa de água não custa mais de 1€. Não é muito difícil.

Borbulhas. Detesto que me espremam borbulhas e, deus me livre, detesto ainda mais espremer as borbulhas dos outros. Acho simplesmente nojento, o pus é um dos líquidos mais nojentos do corpo humano. Adoro tirar borbulhas já secas, e crostas, a mim própria, mas aos outros, e os outros a mim, NUNCA. Tenho amigos próximos que têm uma qualquer panca por espremer borbulhas e andam atrás de mim sempre que tenho uma. Eu fujo a 7 pés, pois acho completamente nojento que me façam isso.

Mexer em pés. Eu flipo quando vejo as pessoas a mexerem em pés - nos próprios ou nos dos outros - e depois não lavar as mãos. E depois tocar em coisas que eu vou tocar, ou comer, ou tocar em mim. Bheeeekkkkk.

Os postes dos autocarros/metros/transportes públicos em geral. Bem, acho que nem é preciso explicar essa, né? É "só" onde centenas, quem sabe milhares, de pessoas, tocam por dia. Para evitar isso, normalmente, tento agarrar-me sempre à parte mais em cima, onde quase ninguém toca, ou evitar tocar de todo, manter-me em pé, ou, se for uma viagem longa, sentar-me logo e não tocar em nada. Mas é inevitável e acabamos sempre por tocar naquele poste, onde aquele senhor idoso, cujas mãos estiveram em contacto directo com o lenço de bolso (outra coisa que acho meio nojento, lenços de bolso, e não de papel) para onde mandou um escarro amarelo esverdeado. Sinto-me suja sempre que saio de um autocarro e só penso que tenho que lavar as mãos. A sério.

Outras coisas que tal: molhar o dedo com saliva para virar uma página de um livro ou uma folha (vejo imensos profs a distribuir, por exemplo, exames e frequências, a fazer isso, e acho muito mau), espirrar e tossir sem pôr a mão à frente, utilizar lenços de pano e não de papel, deitar-se com os pés virados para o lado da cabeceira (ex: almofada), tirar macacos do nariz e mandar para o chão ou colar em qualquer parede, tomar banho e deixar a banheira cheia de pêlos púbicos e cabelos, roupa interior suja no chão (boxers, cuecas, meias), e a toalha molhada toda enrolada, sim, que um ambiente assim molhado e quente nem é o ambiente ideal para as bactérias crescerem (bom, se fazem isso em casa, ao menos evitem fazer na dos outros, é que é nojento).... etc!

Mas pior do que tudo isso, mesmo, é quando me mandam perdigotos para cima, ou quando cospem para o chão, mesmo da rua. É ver essas coisas que me fazem pensar que nunca se deve andar com os sapatos da rua em casa, e muito menos nos locais (tipo quarto) onde vamos andar descalços, e depois ir para a cama sem tomar banho. pode parecer que faço altos filmes, mas é mesmo assim.

Sinceramente... às vezes vejo as pessoas a fazer coisas que me deixam "WTF???!!!", com uma naturalidade incrível. Talvez seja eu que tenha uma qualquer mania, e sempre que tenho que tocar em coisas que sei que os outros - os que não lavam as mãos depois de ir à casa-de-banho, os que espremem borbulhas, os que mexem nos pés - lavo as mãos. Eu acho que lavo as mãos umas 5 vezes à hora. Porque sei que tenho o terrível hábito de roer as unhas e mexer no nariz, pelo que, ao menos, se o fizer, sei que tenho as mãos minimamente limpas. Mas há, mesmo, pessoas que têm hábitos nojentos, e nem dão conta!

1 de julho de 2011

' Evoluir, sempre.



Estou, finalmente, a viver aquilo que sempre quis, numa das áreas da minha vida.

Uma coisa que, talvez, nem todo o mundo aprovasse como sendo o mais correcto. Mas, bom, afinal a vida é minha, não posso vivê-la a fazer o que os outros acham correcto. Se os outros acham errado, que não  o façam. Tão simples quanto isso. Correcto e errado, dois conceitos tão subjectivos e cultural e socialmente tendenciosos.

Esperei, esperei, procurei, confiei. E, finalmente, consegui. Estou a evoluir num sentido que sempre quis.

Estou, acima de tudo, feliz!

 E agradecida por ter encontrado uma pessoa que, independentemente dos defeitos que possa ter, me aceita, a minha essência, natureza e personalidade, de uma forma que nunca ninguém o fez, sem nunca me julgar ou tentar mudar.

8 de abril de 2011

' Mais saudável, mas menos prazer.

No seguimento do post anterior, estou a mudar o meu estilo de vida. Não sei se é de ver The Biggest Loser ou Dr. Oz, bem, whatever, estou a melhorar.

Comecei a praticar exercício físico regularmente, reduzi o bastante consumo de tabaco, e deixei de comer massa com massa ao jantar.

Já não fumo nos intervalos das aulas, nem quando estou à espera do autocarro, nem em ocasiões que não pedem. só fumo basicamente os cigarros essenciais - a seguir ao sexo e a seguir a uma grande refeição, tipo jantar, e a seguir ao café. a minha roupa cheira melhor, o quarto não cheira a tabaco, e tudo isso.

Já não fico ofegante quando subo uma rua inclinada - fico só ligeiramente cansada - e tenho incluido vegetais nas minhas refeições. (também não é grande sacrifício, adoro saladas, adoro adoro! o problema é que não satisfaz, fico com fome à mesma, mas pronto...).

mas, porra, não me sinto mais feliz. há ocasiões em que me apetece meeeesmo um cigarro, meeeesmo um prato de massa, meeesmo um chocolate, meeesmo ficar a dormir em vez de ir para a piscina nadar uma hora. mas não faço, escolho sempre a opção mais saudável - comer algo que faça bem ou que não faça mal, não fumar o cigarro, ir fazer exercício. às vezes sinto-me miserável por colocar a saúde à frente do prazer.

"ah e tal tem de haver um equilíbrio, vida saudável com pequenos excessos de vez em quando", mas o meu problema são os excessos, se como um rebuçado, como outro a seguir. não como só um.

Sinto-me responsável, saudável e tudo isso, mas não me sinto mais feliz. gosto de seguir regras, mas não gosto de ser assim tão certinha.

porque tudo o que sabe bem engorda, faz mal ou engravida!!!! shit...

felizmente que em relação à última parte estou safa, um comprimido por dia durante 21 dias faz milagres...

7 de abril de 2011

' 7 dias.

Há 7 dias que quase não fumo.

Se bem que agora há pouco fumei um cigarro desnecessário, mas foi a minha forma de comemorar - sozinha - a muito boa notícia que recebi e que amanhã comunico.

Anyways, estou a mudar o meu estilo de vida, e defini 3 passos para mim:

1. começar a praticar exercício físico regularmente - checked! inscrevi-me na piscina municipal mais próxima da minha casa e tenho ido lá na ordem das 2/3 vezes por semana. até me sinto melhor e com mais energia!

2. reduzir gradualmente o fumar, até deixar - meio checked! se dantes fumava uns 8 ou 9 por dia, agora raramente fumo. logo para entrar a matar, fiquei 3 dias seguidos sem tocar num cigarro. depois acabei por comprar, mas controlei-me e fumei só os 3 por dia, os necessários/essenciais. ah, as ocasiões sociais também não contam, aí sim fumo sempre mais. o importante, para mim, não é o deixar de fumar em si. é o conseguir deixar de pensar sempre que quero fumar. sim, porque o meu vício não é físico - ao contrário do que toda a gente me dizia, eu não tive "ressaca" física... não notei consequências físicas, não comi mais doces, não engordei, não roí as unhas, nem nada disso. o meu vício era (e ainda é) psicológico. o estar sempre a pensar que quero fumar. agora estou na ordem dos 3 por dia, mas depende dos dias. se for um dia muito stressante, "permito-me" fumar até 5. se for um dia sem nada de especial, "proibo-me", de preferência, de fumar. basicamente, criei regras para mim própria e até tenho sido bem-sucedida a segui-las!

 
3. alimentação mais equilibrada - meio checked. continuo a saltar refeições - sobretudo o almoço - e a comer demasiado açúcar (ponho açúcar em absolutamente tudo, até nos corn flakes com iogurte). em compensação do almoço, tomo sempre um pequeno-almoço altamente reforçado, inclui iogurte (porque detesto leite, entretanto), cereais, chá e fruta. e já estou a melhorar consideravelmente em algumas coisas. por exemplo, em vez de saltar o almoço, vou sempre (bem, sempre é relativo, mas pronto, está a melhorar) comprar uma sopa num pequeno restaurante que há numa rua em que tenho de trocar de autocarro para ir para a faculdade. eliminei as massas ao jantar ao máximo, acompanho carne e peixe com salada. e a salada ENCHE o prato, dá a sensação que estou a comer imenso. claro que é só para enganar a visão, uma hora depois já estou com fome e a comer cereais. cereais, adoro!

é que não tenho medo de morrer e até sou mais pelo "viver pouco mas com qualidade" do que "viver muito mas sem qualidade", isto é, prefiro viver até aos 50 e ter feito toda a merda que podia, do que até aos 80 sem nunca ter feito nada. mas, epa, eu quero estar cá para ver os meus filhos... e netos. sei que é contraditório, mas assim sou eu.

Muaah @