20 de abril de 2010

' Irrésistible. Délicieux.


nunca tinha visto um bebé a rir-se assim... ontem à noite vi isto vezes e vezes sem conta, ri-me até chorar...

SIMPLESMENTE IRRESISTÍVEL. DELICIOSO :')

Muaah @

"Baby, quero um abraço, daqueles que me dás quando não queres que eu vá embora"

uma frase tão simples e que eu gostei tanto de ouvir.

 porque a vida é toda ela feita de coisas boas, 14 segundos de um riso delicioso ou uma frase simples que não esperávamos ouvir. hoje estou especialmente feliz (mais do que nos outros dias), e nem sei bem porquê, ou então sei, é que a VIDA anda a correr tão bem que eu até desconfio :]

19 de abril de 2010

' Óculos / eu não sou antipática, sou cegueta!


Já que este blog tem tudo e mais alguma coisa sobre mim, por acaso já referi que uso óculos?



É verdade, minha gente… eu uso óculos.

Correcção: devia usar óculos. Na verdade, só os utilizo nas aulas importantes. E quando estou em casa a ver televisão. E quando conduzo, porque é obrigatório e porque senão não vejo uma placa à frente.

Eu vejo MUITO MAL AO LONGE. Epa, nasci com um olho torto virado pra cima, ou uma coisa assim tipo olhos escandalosamente tortos e tal, usei óculos e resolveu-se, quando eu achava que já estava livre da sina o meu pai começou a reparar que eu franzia demasiado os olhos quando era pra ver alguma coisa ao longe. E assim começou.

Hoje, tenho 1.75 dioptrias num olho e 1.25 noutro. Sei que em termos técnicos nem é assim tanto, mas para mim é. E sei que quanto menos óculos usar, mais vou piorar, mas epa, é que não gosto mesmo. Além de ver o resto do mundo dentro de um rectângulo (apesar de dentro desse rectângulo se ver bem), acho que me fica mal, fica horrível, e aquelas ‘dobradiças’ estão sempre a prender-me os cabelos, e quando está calor eles escorregam. E até já recebi um comentário bem motivador (“pareces uma professora sexy com isso”), mas mesmo assim, não, não… NOT. A maioria das vezes que não aceito webcam no msn é porque tenho que ficar com óculos à frente do pc. Não que veja mal, porque o pc está perto, mas porque começa a doer-me os olhos.

Já experimentei pôr lentes. Mas é o pânico. Detesto mexer nos olhos. Até para tirar alguma pestana que entre lá pra dentro, é o pânico. Começo a chorar desalmadamente. Já pra não falar que as lentes estão sempre a cair, depois tinha de as pôr no líquido ou tinha de passar soro fisiológico se as pusesse logo a seguir a caírem, e nem era seguro. Andei uma semana com lentes e ao 7º dia ainda não me tinha habituado. Ainda demorava meia-hora em cada olho para as pôr. portanto, uma hora  no total. eu ia lá dormir menos 1 hora por dia pra pôr a merda das lentes.

E as aulas de dança? É o pânico. Não posso usar óculos, que eles saltam completamente ou então ficam todos embaciados com o suor. E depois também não vejo bem a stôra. Vejo tudo completamente desfocado.

Bem, mas esta lenga-lenga toda para quê mesmo? Olha, nem sei… esqueci-me.

Ah! Já sei. Há pessoas que acham que eu sou antipática só porque não as cumprimento quando passo por elas. Do género, dizerem a outras pessoas (que depois me disseram a mim): "fogo, a Cláudia há bocado passou por mim e nem disse nada! ignorou-me!". Mas isto não é antipatia, é uma de duas coisas:

1 – estou distraída e não reparo em quem está à minha volta (nunca reparo, mas esta é menos provável que razão que se segue)

2 – não vi a pessoa - o mais provável. Sim, que eu a mais de 3 metros já vejo a pessoa toda desfocada, não sei quem é, e não vou a acenar a toda a gente just in case.

Por isso, não, não sou antipática. Se vejo – e identifico – alguém conhecido, vou falar ou assim. Se não disser nada é mesmo porque não vejo um palmo à frente ou então estou num mundo aparte do real.

EU NÃO SOU ANTIPÁTICA!!!

e uma coisa que não tem nada a ver com nada. estou apaixonadíssima por esta música:



Muaah @

SMS de um ex-namorado: "Nunca fui tão feliz como fui contigo!"
SMS de resposta da Cláudia: "Tiveste a beber?"
claramente, ele não respondeu.
é como o Bruno diz "és má, fria, insensível".
L.O.L.

18 de abril de 2010

' Que tal traduzires isso para Euros?


O Euro entrou em vigor a 1999. Eu tinha 9 anos e estava praticamente a aprender a fazer contas. Ou seja, comecei logo a fazê-las com o Euro. Não me lembro de quase nada do Escudo. a única coisa que eu sei é que 5 euros são "1000 escudos". de resto...

por isso não percebo. há 11 anos - friso, 11 ANOS - que o Euro está em vigor. ainda não tiveram tempo para se adaptarem? é uma das coisas que ainda não consegui entender neste complexo país... pessoas não muito mais velhas que eu que ainda falam em CONTOS?

aposto que só em Portugal isso acontece. aposto que nos outros países já não se fala na moeda antiga. TINHA QUE ser assim aqui.

comigo, não vale a pena. aprendi a fazer contas com euros e dizerem-me "é 20 e tal contos" para mim é igual a falar chinês. "traduz isso para euros". porque é que eu é que tenho de andar a fazer contas de conversão?!

EVOLUAM!

(só perdoo à minha avó ainda falar em Escudos e Contos. é como a história das hambúrgueres).

Muaah @

Correcção de erro: o Euro entrou em vigor em 2002, mas a ideia é a mesma. 

hoje diverti-me imenso a criar grupos "estúpidos"(*) no facebook e a aderir a outros 146... ok, tenho, definitivamente, de fazer uma rehab de face... dantes eram os quizzs, agora são os grupos... 
e, at last but not at least

17 de abril de 2010

' Os piores

4 tipos de beijos:

@ o lavagem-ao-estômago
@ o lambuzão (que começa a lamber a cara e tudo à volta)
@ o que fica com a lingua espetada e não faz nada
@ o que mete a lingua pa fora e pa dentro maquinalmente.



Digam o que disserem, não é possível haver um bom relacionamento com um bad-kisser.

Ainda bem que eu sou uma good-kisser ;)

e agora dêem lá um beijo aqui à Claudjinha que ela merece. mas na bochecha, na bochecha! que senão o Bruno ainda me mata e eu sou muito jovem.

Muaah @

ultimamente, são mais as vezes que durmo no sofá do que as que durmo na cama. aquele sofá é tão confortável, que é preciso uma grua para me mover de lá... 

16 de abril de 2010

' Conversas Sobre Sexo #8 / Precisa-se

moça para experiência sexual a 3. requisitos necessários: não querer compromissos, gostar de sexo, ser desinibida e ter uma mente aberta, ser minimamente boa e gira, e minimamente inteligente e sociável. enviar currículum vitae e foto de corpo inteiro ;)


por hoje, somos nós os dois. sexo de festejo (depois de um agradável jantar e cinema): 3 mesinhos de um namoro bem improvável.



este mês, pela primeira vez, ele disse-me: "Amo-te". se é cedo demais, se nos estamos a precipitar, não interessa. Eu Amo-o.

Muaah @

(o melhor de tudo é que) perdi o medo do compromisso, pela 2ª vez na vida sinto-me verdadeiramente bem numa relação de exclusividade e assumida, e mesmo que por vezes seja uma namorada mesmo rasca (tipo não ligar nenhuma, não ter paciência para falar nem responder às sms's ou estar mal-humorada por coisinhas de nada), ele sabe o que eu sinto :) estou apaixonada, tão apaixonada, tão apaixonada, e numa fase da vida que é tão boa, que tenho a sensação que nunca vai acabar.

01:22 - jantar 5 estrelas, caipirinha, sangria; cinema - Shutter Island. ainda estou a digerir bem o filme, é (genialmente) difícil de entender... eheheh 

15 de abril de 2010

' Odeio, odeio, odeio

quando me interrompem quando eu estou a escrever. odeio quando me interrompem em qualquer situação (a falar, a escrever, a ver um filme, whatever), mas odeio sobretudo quando me interrompem de escrever no blog. quando quebram a minha linha de raciocínio.



normalmente, eu quando faço um post já dediquei algum pensamento a ele. já tenho as palavras que quero escrever, prontas para sair. e tenho uma linha de raciocínio muito clara, para me expressar bem. e se me distraem... passo-me.

um exemplo disto, é o que está a acontecer agora: A MINHA MÃE A CHAMAR-ME PARA JANTAR. EPA EPA EPA!! eu digo 'já vou' ou 'vou já' durante 25 minutos, sempre a dizer 'mais 5 minutos'. mas às vezes embrenho-me de tal forma nisto que entro em modo offline e nem a oiço a chamar-me. depois, quando chego lá abaixo, é que são elas.

outro exemplo disto, é quando me fazem uma 'chamada de atenção' no msn. enquanto a janela estiver a piscar e se não for ninguém de importante, eu ignoro e depois digo 'estava a escrever no blog', e depois dizem 'bem me parecia'. LOL. mas quando fazem 'chamadas de atenção', epa, tira-me do sério. é que abre-me a janela do msn e começa tudo a tremelicar durante 5 segundos. e lá se vai o meu post. é daqueles post's em que começo lindamente e o fim fica uma merda.

bom, é melhor mesmo descer para jantar. a voz da minha mãe começa a irritar-me, e isso nota-se: este post só tem 6 pequenos parágrafos.

isto significa que?? os meus post's mais pequenos e merdosos e mal escritos até dizer chega, são aqueles em que sou interrompida. shit!

Muaah @

Hoje descobri que consigo comer uma pizza familiar inteira, sozinha. todos os dias são dias de descobertas... tenho lá culpa que, na compra de uma pizza familiar com mais de 4 ingredientes, oferecessem outra...
"baby, agora temos de queimar estas calorias todas".
e não é que hoje, na dança, quando estava na casa-de-banho a apanhar o cabelo, reparei que tinha um chupão no pescoço? desisti da ideia de apanhar o cabelo e deixá-lo solto para tapar. mas com o calor não aguentei e tive de apanhá-lo outra vez. espero que ninguém tenha reparado.

14 de abril de 2010

' As excepções fazem a regra.


Eu sou feminina. Gosto de andar sempre bem-vestida (demoro duas horas para escolher o que vou vestir do meu closet), maquilhada, perfumada, não em demasia mas q.b.. Adoro saltos-altos, apesar de não saber andar bem (e não andar de saltos no dia-a-dia) e não ter coragem de ir com eles para a calçada de Lisboa. As coisas perdem-se na minha mala, porque ando sempre com um necessaire com coisas que não são necessárias e que nunca uso durante o dia. O meu quarto é todo rosa fucsia (cor lindíssima), tenho muitas, mas mesmo muitas coisas cor-de-rosa, de florzinhas para o cabelo a isqueiros. (é uma das minhas cores favoritas). Tiro fotos com vestidos vermelhos às bolinhas brancas, na verdade tiro fotos com todas as peças de roupa que tenho. 90% dos blogs que leio são femininos. Adoro o "Sexo e a Cidade", vejo a Sic Mulher com bastante frequência e, como toda a boa mulher, sou complicada, indecisa, e digo que "não se passa nada" quando estou chateada.

No entanto, há três grandes excepções, coisas em que não sou nada feminina:

1 - ir à casa-de-banho acompanhada. é que não, mesmo. eu vou, faço o meu xixizinho, lavo as mãozinhas, retoco a maquilhagem e dou um jeito no cabelo SOZINHA, obrigada.

2 - ver montras. é que detesto ver montras se não for para comprar nada. detesto entrar em lojas e ver roupa gira, só por ver, pior, ir experimentar só por experimentar, sabendo desde o momento que entrei na loja q não vou comprar nada.

3 - andar às compras. não me interpretem mal: eu gosto, adoro, sou viciada em compras. aliás, se tiver dinheiro e uma loja de saldos à minha frente, não saio de lá sem nada. no entanto, prefiro mil vezes, comprar coisas sozinha do que acompanhada. é que nem amigas, nem amigas próximas, nem mãe,  nem namorado, nem conselheiras de imagem. SOZINHA. porque sei que chego lá, vejo, experimento e compro, sem grandes complicações.

sou assim. são as excepções que fazem a minha regra.

Muaah @

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vi uma parte da letra desta música num blog e lembrei-me... já não a ouvia há tanto tempo, é tão bonita! :)

13 de abril de 2010

' Afinal, eu sigo as modas.

Eu digo sempre que não ligo a modas e a tendências, porque não estou sempre a ver revistas de moda nem sempre nos sites a ver os vestidos novos que há, nem os meto no blog a dizer "Quero". 

Mas, no outro dia, percebi que seguir as modas não é só isso. descobri uns óculos de sol da arnette em casa do meu pai, que lembro-me perfeitamente de ter comprado em 2005. na altura, estava super na moda. agora, acho-os horrorosos.

no fundo, no fundo, eu ando com as calças afuniladas no tornezelo, porque está na moda. no fundo, eu ando com all-star, porque está na moda, e no Inverno andava com aqueles ténis-botas género montanhismo, porque estava na moda; quando o tempo está "comme ci comme ça" (adoro esta expressão), ando com leggins e com botas até ao joelho e com vestidinhos minis por cima, porque fica bem, porque farto-me de ver, porque, no fundo, está na moda. no Verão, uso aquelas sandálias flies, ou imitação delas, porque está na moda, e aqueles óculos de sol "tipo mosca". uso sweat-shirts com lencinhos/echarpes à volta do pescoço, porque está na moda; ando com cintos que marcam a cintura, porque está na moda; fiz franja, porque está na moda (não necessariamente porque está na moda mas, se não estivesse, se calhar não fazia). ou, pelo contrário: hoje vejo alguém de calças à boca-de-sino e fico "horrorizada", porque as usava e porque estavam "imenso na berra" quando eu andava no 8º ano, mas hoje... é hideous... ou seja, eu, mesmo que não queira, acabo por seguir as modas. 

acho que, no fundo, sou um pouco fútil. e quando percebi isso, desiludi-me um pouco a mim mesma!

Muaah @

hoje, perdi um maço de tabaco quase inteiro. sei lá, fumei um, dei 2, a partir daí "Não me lembro de mais nada", tipo blackout, quando ia a fumar outra vez tava difícil de encontrar o maço, ao início ainda pensei que ele estivesse perdido algures na mala, como é habitual, mas não. merde! estava cheio...

12 de abril de 2010

' Não sei

como alguém pode preferir o Internet Explorer ao Mozilla Firefox.


eu só vou ao IE porque é lá que tenho a minha lista de blogs favoritos, e é uma paranóia: está sempre a bloquear, abre montes de spam e não pode ter mais que 3 janelas abertas que começa logo a ficar lento.

eu prefiro mil vezes o MF. faz tudo imediatamente quando eu quero, quando eu clico... e posso ter 20 janelas abertas, que ele aguenta-se!!!!

agora, o IE... hunf --'

Muaah @

está a nascer-me um dos dentes do siso e dói horrores. marquei dentista e só havia vaga para Junho. agora vou ter de me aguentar os próximos dois meses a ben-u-rons e gelados para acalmar a dor.
tínhamos um trabalho de grupo todo feitinho e pronto, em papel, quando fui a passá-lo para um dos pc's da faculdade, e quando ia a carregar no botão para salvar, o computador vai à vida e não nos grava nada. bem que andámos lá às voltas, mas nada, rien, rien. a I. teve de passar tudo de novo.

isto está bonito está...lol

11 de abril de 2010

' Porque o dinheiro nunca deve ser falado entre amigos ou pessoas muito próximas.

1 - porque ninguém tem nada a ver com os rendimentos e despesas das outras pessoas;

2 - porque se cai sempre em discussões estúpidas sobre quem gasta e ganha mais e tendemos sempre a achar que somos sempre mais "pobres" que os outros e que os outros gastam mais dinheiro mal gasto do que nós, e que achamos sempre que as nossas despesas são indispensáveis mas as dos outros não são;

3 - porque se nos convidam para algo, nunca conseguem compreender um "não posso, não tenho dinheiro/não posso gastar dinheiro" à primeira, e continuam a insistir;

4 - porque o dinheiro tem, infelizmente, o poder de estragar relações;

5 - porque conversas sobre dinheiro tendem sempre a ser conversas de "baixo nível";

6 - porque me irrita falar sobre dinheiro. porque me irrita que me digam que o dinheiro que eu gasto em tabaco é mal-gasto, quando as mesmas pessoas gastam mais dinheiro que eu em outras futilidades, como irem comprar roupas e bijutarias todas as semanas. no fundo, é isso mesmo: ninguém tem nada a ver onde eu gasto o meu dinheiro nem tem de concordar ou discordar nem achar que é bem gasto ou mal gasto; giram o vosso dinheiro, que eu giro o meu! mas para evitar ter de dizer isto, evito falar de dinheiro... seja com quem for!

Muaah @

10 de abril de 2010

' Estou viciadíssima



É uma espécie de chat room dividido por salas, em que os usuários que estão online desenham uma palavra que lhes é dada pelo programa e os outros tentam adivinhar (tipo mímica), até que chega a nossa vez de desenhar para os outros adivinharem.

é TÃO, MAS TÃO VICIANTE, que já cheguei a estar 4 horas seguidinhas a jogar...

WOW!!! a pior coisa que o Bruno podia ter feito foi mostrar-me esse jogo. tive a tarde toda em casa dele a jogar... e ele a queixar-se que eu não lhe ligava nenhuma e que se soubesse não me tinha mostrado o jogo... ihihih... "oh Bruno, não quero jogar", "mas deixa-me só mostrar-te" ... "oh Cláudia deixa lá isso", "espera, só mais uma round".

Muaah @

9 de abril de 2010

' Perdi o trauma/medo

dos cabeleireiros!! pois é... eu sempre tive um certo medo das cabeleireiras, porque sempre que ia lá, e pedia para me cortarem as PONTAS, elas cortavam muito mais do que eu pedia e deixavam-mo demasiado curto para o meu gosto... detesto ver-me de cabelo curto e sempre, sempre, fosse onde fosse (do cabeleireiro mais "profissional" e caro ao mais barato) me faziam isso... eu dizia "está bom assim" e elas continuavam... dava-me vontade de sair de lá sem pagar porque não tinham feito o que eu pedia... pois bem que hoje perdi esse medo... deixei o meu cabelo crescer demasiado (seco dava-me pela linha do soutien e molhado dava-me abaixo do peito, mesmo gigante), já não o cortava desde 2008 porque essa tinha sido precisamente a última vez que eu tinha ido ao cabeleireiro e pedi para ela cortar mas deixá-lo comprido e ela cortou-o pelo pescoço e eu odiei e fiquei a rogar pragas e a dizer "nunca mais vou a um cabeleireiro"... então deixei-o crescer e também para, precisamente, quando fosse cortar, não ficasse mais curto do que eu queria... estava cheio de nós, e muito seco, apesar de eu pôr carradas de condicionador, e uma máscara uma vez por semana e desembaraçá-lo todos os dias (tarefa bem difícil), ele já estava tão grande que começou a encaracolar nas pontas e fazia muitos nós... pois bem, foi hoje...

O MEU CABELO ANTES
(que saudades!! lol)

O MEU CABELO DEPOIS...

como deves ter reparado, fiz uma franjinha, resolvi fazer algo diferente pra ver como ficava...

até nem ficou mal de todo!

até que enfim que alguma cabeleireira faz exactamente aquilo que eu lhe peço... cortou "4 dedos", como eu pedi, e não 10!!!!! não é um caso perdido... e agora já sei onde hei-de ir, eheh :)

agora falando de outras coisas... estou contente e hoje apetece-me sair...

sinto que hoje vai ser uma grande noite.
para comemorar a vida estar a correr-me tão bem?

Muaah @

8 de abril de 2010

' Fazendo bem as contas,

ao todo, no MÍNIMO, eu já tive/participei em cerca de 7 blogs:

  • este aqui que estão a ler, que dantes não era este, era um que se chamava 'Aqui Tens Amigos' e que depois cerca de um ano mais tarde ainda se chamou "(Walking On) Sunshine", até eu descobrir a maravilhosa música All That Jazz que AMO. e assim ficou, até ver. até me dar.
  • o actual Janela Aberta, que dantes era o Bolinho de Chocolate... (sim, e tinha como imagem de fundo um bolinho de brigadeiro... era tão fofo.. tão infantil).. esse era onde eu ía para lá escrever coisas pseudo-profundas, a grande maioria delas já foram para a reciclagem do meu portátil já antes deste, de tão rascas que eram. (não que agora seja algum Fernando Pessoa nem nada, mas com o tempo as minhas coisas sempre se foram tornando menos rascas!)

com isto, já vão 4. sim, porque apesar do domínio na internet se ter mantido o mesmo (ou seja, mudei o nome e o link destes 2 blogs), eles mudaram completamente, o que dá origem a 4.

  • tive ainda outro, que era de Área de Projecto quando andava no 12º (xiii há tanto tempo), o Agir-Reagir, que ainda está online, para recordação. fui eu que escrevi praticamente todo (99.9% dos postings) e acabámos por ter 20. Itálico

  • e agora tenho também este, no qual eu escrevo/publico em conjunto com a Lane.
depois, tive outros também em conjunto com outras pessoas: lembro-me de um fotolog que tive com uma amiga minha quando tinhamos 15 anos (depois apagámos) e lembro-me mais especificamente de um que tive com um namorado meu. ele também andava nestas andanças dos blogs (aliás, foi com ele que eu, na inocência e florescimento dos meus 15 anitos, entrei na blogosfera), em que escrevíamos textos juntos (eu um parágrafo, ele outro, etc etc.) e depois publicávamos. claro que o teor do texto começava por ser inocente e acabava sempre na cama, ou no chão, ou em sítios assim mais coiso. chamava-se "Alcova de Perdição" mas eu com 15 anos ainda estava uns bons 2 anos e meio de distância de me perder. acham bem, acham?? esse blog já foi apagado, quando nos chateámos.

portanto, fazendo bem as contas, já tenho muitos anitos disto. apesar de no fundo no fundo serem só 4 (15 - 19 anos).

e apesar de já muito bloguinho ter passado por estas mãozinhas, este blog, ai este blog, é, sempre foi, e sempre será, o meu favorito. aquele que recebe 99.9% da minha atenção de net. se o blog fosse uma pessoa do sexo masculino e da minha faixa etária (ou do sexo feminino, nunca se sabe) eu fazia amor com ele. mas isto sou eu. (estas coisas já vai da pessoa, LOL).

Muaah @

criei uma conta de e-mail exclusivamente para este blog: all.that.jazz24@gmail.com

vou abrir uma conta poupança para começar a guardar dinheiro para PARIS. :D

7 de abril de 2010

' É impressão minha

ou o Hi5 já deu tudo o que tinha a dar?

pior, perdeu muito para o facebook...

se dantes ia ao meu hi5 todinhos os dias, agora fico semanas sem lá pôr os pés, e não perco nada.
no facebook é que passo lá a vida. e pensar que dantes detestava o facebook!!

até já pensei em apagar o meu hi5. mas depois do trabalho que aquilo deu (sobretudo porque fiz um novo há poucos meses), até dá dó. ainda não sei se o apague ou não... lol.

Muaah @

acabaram de sair as colocações para Erasmus no próximo ano... VOU PARA PARIS, VOU PARA PARIS, VOU PARA PARIS!!!! com uma das minhas melhores amigas desde sempre (que também é colega de curso).... que sorte!!ainda bem que estou a aprender francês sozinha... já estou na 7ª lição (uma por dia) e até nem me dou mal... há coisas que ainda me lembrava dos 3 anos de ciclo de francês que tive.... ESTOU TÃO CONTENTE!!!! IHIHIHIH... oui oui, je suis très contente.

6 de abril de 2010

' As Intermitências da Morte II

Pois que também acho que seria bem confuso se soubéssemos quando vamos morrer.

acho que havia várias formas de encarar a coisa: suicídio por não conseguir viver com a ideia de se saber quando se vai morrer, um mau-estar psicológico tão grande que obrigasse algumas pessoas a recorrerem a psicólogos e terapeutas; penso que ao mesmo tempo que tentaríamos viver tudo o que queríamos viver antes que o tempo se esgotasse, aquela coisa do "aproveitar a vida ao máximo", simultaneamente iamos pensar que talvez não valesse a pena, "what's the point se sei quando tudo vai acabar". talvez nos afeiçoássemos menos às pessoas por saber quando as íamos perder, talvez tivéssemos menos objectivos, ou então não, talvez tivéssemos mais ainda, talvez aquela coisa do "faço amanhã" ou "faço depois", "para a semana", "para o próximo mês", "para o ano" acabasse; talvez houvesse mais fé, talvez houvesse mais depressão, talvez, talvez, talvez, como a Di disse, "se calhar".

se calhar - ou melhor, de certeza absoluta - teríamos mais medo do facto de sabermos quando vamos morrer do que da própria morte em si, que é a única certeza que temos, no fundo.

“Imagine-se a perturbação, o desconcerto, a perplexidade daquele que ia para o seu trabalho e viu de repente saltar-lhe ao caminho a morte na figura de um carteiro que nunca tocará duas vezes, a este bastar-lhe-á, se o acaso não o fez encontrar o destinatário na rua, meter a carta na caixa do inquilino em questão ou introduzi-la, deslizando, por baixo da porta. O homem está ali parado, no meio do passeio, com a sua estupenda saúde, a sua sólida cabeça, tão sólida que nem mesmo agora lhe dói apesar do terrível choque, de repente o mundo deixou de lhe pertencer ou ele de pertencer ao mundo, passaram a estar emprestados um ao outro por oito dias, não mais que oito dias, di-lo esta carta de cor violeta que resignadamente acaba de abrir, que os seus olhos nublados de lágrimas mal conseguem decifrar o que nela está escrito, Caro senhor, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenda servidora, morte. Duvida o homem, senhor fulano lhe chamou o carteiro, portanto é do sexo masculino, e logo o confirmámos nos próprios, duvida o homem se deva voltar para casa e desabafar com a família a irremediável pena ou se, pelo contrario, terá de engolir as lágrimas e prosseguir o seu caminho, ir aonde o trabalho o espera, cumprir todos os dias que lhe resta, então poderá perguntar Morte onde esteve a tua vitória, sabendo no entanto que não receberá resposta, porque a morte nunca responde, e não é porque não queira, é porque não sabe o que há-de dizer diante da maior dor humana. (As Intermitências da Morte)

“Morrer é, afinal de contas, o que há de mais normal e corrente na vida, facto de pura rotina, episódio da interminável herança de pais a filhos pelo menos desde Adão e Eva.” (As Intermitências da Morte)

“Filosofar é aprender a morrer” (As Intermitências da Morte) 

AMEI o livro (apesar do "tema" não ser o de sabermos quando vamos morrer, mas sim da morte personificada que deixa de matar, e num país toda a gente deixa de morrer, até que a morte se apaixona por um ser-humano. genial!) :)

Muaah @

4 de abril de 2010

' As Intermitências da Morte e uma pergunta para ti.

Finalmente, acabei de ler o livro As Intermitências da Morte, do sempre genial José Saramago. digo finalmente porque o livro andava na minha mala desde Novembro de 2009, marcado no 2º capítulo. depois nunca mais o li, e na última semana de Março li o resto de uma assentada. fiquei boquiaberta, de tal genialidade. sem palavras. perfeito, talvez.

Hoje, a esse propósito, venho deixar uma questão em aberto para quem quiser responder.

Se soubéssemos o exacto momento em que iríamos morrer - ou se houvesse mesmo uma idade certa para toda a gente para se morrer - o que será que mudaria nas nossas vidas e no mundo?

esta semana, não há posting All That Jazz, porque estou farta. ou não me apetece agora. eheh.
começámos no sofá e fomos para a mesa de jantar. o meu pai ligou-me 10 vezes para o telemóvel, eu atendi ofegante e a chamada caiu. ele continuou a ligar. uma vez na mesa de jantar, dois homenzinhos da publicidade bateram à porta. com o susto, eu fugi para as escadas, ele fugiu para a cozinha. não abrimos a porta, ele foi ter comigo às escadas, continuámos nas escadas. acabámos na cama. 4 minutos depois a minha mãe chegou a casa, a roupa estava toda espalhada na sala e a mesa de jantar, que costuma estar no meio, estava encostada à parede. às vezes estou em casa horas e horas seguidas e ninguém chega, ninguém bate à porta, ninguém liga. teve de ser naquela hora e meia.

hoje é Domingo de "manhã", acordei, tomei o "pequeno-almoço" e fumei um cigarro a ver o "SoulPower" na VHI. estou com a t-shirt dele vestida, cheira tão bem. ele está a dormir e, apesar de ser um feriado religioso, está a apetecer-me ir acordá-lo de uma maneira muito interessante. ou isso ou deitar-me agarrada a ele e continuar a dormir a tarde toda, como me sabe tão bem, pela vida. ontem, ele disse-me "Amo-te" pela primeira vez e apanhou-me tão desprevenida, não foi nada como aquelas cenas dos filmes, eu estava com um ferrero rocher na boca e disse "o quê?!". adoro-o, amo-o. e adoro (estes) Domingos.

2 de abril de 2010

' Queridos, Mudei de Casa (durante mais de um ano) - ANTES&DEPOIS.

Queridos, mudei de casa. isso mesmo. não mudei a casa, mas mudei a casa. bom, também mudei a casa. a minha mudança de casa foi, no mínimo, pouco vulgar. os comuns mortais, quando mudam de casa, encaixotam tudo, contratam uma empresa transportadora e metem o resto das caixas no carrinho, entregam a chave da antiga casa aos novos donos e siga. depois, claro, há sempre aquele tempo de decoração, comprar algo novo, pintar alguma parede, desencaixotar, arrumar, empilhar, limpar, organizar. mas eu, não.

eu saí de casa, um dia, sem mais nem menos, quando a minha mãe chegou a casa um dia e disse "arruma algumas roupas porque esta noite vais para casa da tua avó". e, nas decisões da minha mãe, eu nunca tive muito voto na matéria. sei que isto soa a expulsão de casa - e eu juro, não engravidei nem me meti nas drogas, as razões para esta decisão repentina da minha mãe foram outras que, embora na altura não tivesse compreendido, hoje compreendo perfeitamente. foi a última vez que dormi naquela cama onde estava habituada a dormir há um ano - sim, porque entretanto eu, nos meus 19 anos de vida, já mudei de casa umas 10 vezes. a partir desse dia, nunca mais nada foi normal. vivi 6 meses - insuportáveis (e só quem me segue há, no mínimo, um ano ou um ano e meio é que sabe o significado da palavra "insuportável") - até não aguentar mais e fazer as malinhas e ir para casa do meu pai, onde vivi mais uma boa temporada de meses. esses já não foram tão insuportáveis, mas fáceis não foram concerteza.

isto tudo porquê? porque a minha mãe resolveu comprar uma moradia - A CAIR DE PODRIDÃO - a um velhote cuja esposa tinha morrido, e que estava muito doente, e que queria vender a casa à pressa, e ir morrer à sua terrinha (entretanto o velhote já morreu). por isso vendeu-nos a casa às 3 pancadas, em cima do joelho, com um preço demasiado baixo para uma moradia de dois andares em plena Lisboa.

a casa estava MESMO a cair de podre. a primeira coisa que a minha mãe fez (antes de se instalar confortavelmente em casa da minha avó, o que deu azo a muita merda familiar que agora não vem para o caso), foi mandar tudo abaixo e só deixar as paredes mestras em pé. sim, ela iniciou uma extreme makeover que nem na tv eu tinha visto alguma vez. ela destruiu TUDO quanto havia dentro da casa, fez com que algumas divisões desaparecessem e criou outras.

e eu, super entusiasmada com a ideia de ir viver para uma moradia em Lisboa (e eu sempre amei viver em Lisboa), estava a adorar a ideia, e achava que eu ter que estar em casa da minha avó ia ser no máximo 3 meses, e todos os meses a minha mãe me dizia "para a semana já tens quarto", ou "para a semana já vão lá os homens pôr as canalizações", ou "daqui a duas semanas já temos água quente".  "para a semana já", "para a semana já", "para a semana já". juro que, se ouvisse mais alguma vez "para a semana já", batia com a cabeça nas paredes. semanas, dizia ela. quanto tempo passou? UM ANO E MEIO. sim, UM ANO E MEIO. eu bem que queria ir para cá e insistia que não precisava de net (bull sheet), nem tv (bull sheet), nem água quente, que era Verão e eu tomava de água fria (depois no Inverno mudava de ideias, sure), nem nada. só precisava da cama, basicamente! isto tudo porque não aguentava mesmo muito mais viver com a minha avó (e, mais tarde, com o meu pai, devido a razões totalmente diferentes das da minha avó mas igualmente válidas). mas claro que não dava. não dava para viver nas condições que a casa tinha.

e agora passando do blá blá blá ao mais importante: a Julho de 2009, ainda a faltar muita coisa por fazer cá em casa mas com as condições mínimas necessárias (cozinha e cama e água quente), I moved in. fiquei tão contente e entusiasmada que queria imenso tirar fotos para fazer umas montagens Antes&Depois, só que ainda faltava metade da mobília de casa e não fazia sentido nenhum, né?. sim, a sala era só um espaço vazio, por exemplo, e o meu quarto tinha as paredes todas brancas. só agora, em Março de 2010, é que, FINALMENTE, todas as obras e obrinhas e decorações possíveis que se poderiam fazer aqui é que ficaram concluídas, com a chegada da TV e dos sofás à sala.

esperei um ano e meio para ter uma estabilidade mínima (em certos aspectos sou uma pessoa que gosta de rotinas) e esperei 7 meses para poder fazer este posting.

e é assim que, com o maior orgulho (sobretudo da minha mãe, que trabalhou dia e noite para conseguir pagar e fazer tudooooo), vos apresento os resultados finais:


a casa vista por fora.
devo dizer que não era suposto a casa ter ficado com esta cor. era para ser mais escuro. tipo rosa fucsia. a minha mãe enganou-se na cor e depois disse que "havia coisas mais importantes em que pensar". anyway, até nem ficou má de todo. o Sandro diz "parece uma casinha de bonecas".


a sala de jantar  (pegada à sala em si) - piso de baixo. aquela sala de jantar dantes era um quarto. tinha uma parede a dividir. mas era um quarto ridiculamente pequeno (só dava para uma cama de casal), cheio de humidade e completamente inútil. por isso a minha mãe deitou a parede abaixo e prolongou a sala. a decoração, para mim, não é a melhor. detesto aquele armário, e aquele espelho e aquelas cadeiras antigas lá atrás. mas a minha mãe anda numa onda retro.



o outro lado da sala. tenho cá para mim que as paredes ficavam melhores com uma corzinha. mas só de ver aquele sofá. apetece-me ir lá deitar-me. esse sofá é provisório. na verdade vamos ter dois sofás iguais àqueles e em cor-de-vinho (acho) para dar mais cor à sala. mas não aguentava mais esperar para fazer este posting. eheh.



a cozinha - piso de baixo. nada a dizer. do mais difícil de transformar.


o terraço de baixo. gosto de tudo menos da cor. odeio a cor azul. detesto mesmo xD e, claro, ali cabia uma piscinazinha daquelas pequenas (tem mais espaço só que não se vê na foto), mas a minha mãe não quer, diz que é um disparate.

a casa-de-banho da minha mãe - piso de baixo. os ângulos pelos quais foram tiradas as fotos não são os mesmos. mas é um espaço muito pequeno que não dá muito espaço de manobra. o chão é preto. adoro.

o quarto da minha mãe - piso de baixo



a minha casa-de-banho - piso de cima (novamente, os ângulos não são os mesmos, mas só reparei nisso quando já estava a fazer a montagem... grrr)


o meu quarto rosa-fucsia (eeeehhhh...adoro). piso de cima


o meu quarto do outro lado.

o meu closet - piso de cima. uma das minhas partes favoritas :D

o "terraço de cima" (nunca sei que nome dar aquele espaço)


outras imagens que não tirei foto "antes" para comparar:

portanto, a modos que tenho um mini-apartamento, só faltava mesmo uma cozinha no meu piso de cima xD

sabes, nunca tive uma vida estável. nunca vivi em mais de um sítio por mais de 2 ou 3 anos. e nunca tive condições para levar ninguém a casa. ou porque não tinha condições (como uma casa que morei em Lisboa quando era mais miúda, cujo estado era decadente), ou porque morava longíssimo e ninguém queria ir, ou porque morava (e morei muito tempo, infelizmente em alguns aspectos) com a minha avó (onde nem sequer tinha quarto, dormia na sala LOL). hoje, sinto que tudo está no sítio. que a instabilidade acabou. que aquela coisa de andar sempre a trocar de casa, sempre com as coisas atrás, acabou. que aquela coisa de não saber onde ia dormir na noite seguinte acabou. que acabou dizerem-me (quem me conhece há muitos anos): "onde moras agora?" e eu dizer sempre um sítio diferente. acabou dizerem-me, em cima da hora, "hoje vais dormir a... e não interessa os planos que tenha". acabou o não poder levar amigos a casa. agora, posso, e faço-o com orgulho. ninguém imagina o significado que tem para mim estar num sitio ao qual posso referir-me como "em casa". um sítio para onde eu quero ir no fim do dia, e não um sítio para onde eu tenho de ir. um sítio onde me sinto segura, depois de um período em que senti que a minha vida estava a perder-se, e que eu estava a perdida na vida. sim, são apenas paredes e tecto e chão, que têm mais que o significado que têm em si mesmo. têm o significado de lar. pela quase primeira vez na minha vida, um lar.

sei que parece mesmo mau vir aqui esfregar-te na cara o quão feliz estou (não só pela casa, porque uma casa não é motivo de felicidade - ainda que eu seja materialista (sou de touro de signo, está-me no sangue ser materialista e apegada às coisas lol) - mas por uma data de coisas boas que a vida me tem trazido nos últimos tempos, e esta grande mudança, que passou por diversas fases, foi uma dessas coisas boas), mas é mesmo assim que me sinto. orgulhosa (sobretudo da minha mãe, mulher com M grande) e feliz. próxima da auto-realização.


Muaah @

e esta sessão de fotos serviu, no mínimo, para a minha mãe chegar a casa e ficar toda contente porque eu arrumei tudo e limpei tudo e até fiz a cama dela (que a deixa sempre desfeita) e vir em direcção a mim com um grande sorriso e uma nota de 5 euros na mão. tenho de considerar a hipótese de fazer a cama dela e arrumar a roupa e a cozinha mais vezes.. lolol.

1 de abril de 2010

' Um dia desses acordei e decidi que


quero aprender Francês. a língua que eu acho mais linda, a seguir à Portuguesa. esse dia é hoje.

tive o francês obrigatório no 3º ciclo, 7º-9º ano, mas a altura não ligava e só me lembro do básico (os mercis, os pas, os je ne se quoi, os beaucoups, etc). lembro-me que tinha uma stôra super engraçada que tentava dinamizar as aulas com músicas francesas e uma das que ficou foi "tous le garçons et les filles de mon age se prómene dan la rue deux par duex". agora, queria aprender mesmo a sério :)

por isso, comprei um livro e um CD, que estão divididos em 30 lições. eles dizem "30 horas", mas eu vou dividir em 30 dias, a começar hoje, dia 1 de Abril (portanto, conto acabar o livro num mês). já passei o CD para o mp3 e à medida que vou lendo o livro, e fazendo os exercícios, vou ouvindo no mp3. depois de aprender o básico, vou tirar um mini-curso. depois disso, vou tentar ler um romance em francês, só com a ajuda do dicionário. ya ya, decidi armar-me em auto-didacta.

isto tudo porque - para além de, obviamente, adorar francês - para o ano em princípio vou de Erasmus para França. e não quero estar limitada ao Inglês.


Souhaitez moi bonne chance!!
(desejem-me sorte)


e eu sei que hoje é dia 1 de Abril, mas juro que isto não é mentira ;)






Ne me quitte pas
Il faut t'oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
A savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
A coups de pourquoi
Le coeur du bonheur
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas


Moi je t'offrirai
Des perles de pluie
Venues de pays
O il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu'aprs ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumire
Je ferai un domaine
O l'amour sera roi
O l'amour sera loi
O tu seras reine
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas


Ne me quitte pas
Je t'inventerai
Des mots insenses
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants-la
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embraser
Je te raconterai
L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas


On a vu souvent
Rejaillir le feu
D'un ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est parat-il
Des terres brles
Donnant plus de bl
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'pousent-ils pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas
Ne me quitte pas


Ne me quitte pas
Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler
Je me cacherai l
A te regarder
Danser et sourire
Et t'couter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien


Lindíssimo :)

Muaah @




para muito espanto meu, hoje chamaram-me para fazer baby-sitting outra vez. fogo. já não me chamavam desde Dezembro, eu até achava que tinha feito algo de mal... confesso que ao início só comecei naquilo pelo dinheiro, mas agora começo mesmo a gostar. já estava com saudades do puto Gui. e fiquei espantada com o que ele cresceu apenas em 3 meses... wow :D

31 de março de 2010

' Duas coisas que me irritam em ter um blog há 3 anos e que toda a gente que eu conheço pode ler...


a primeira é que, tendo o blog há 3 anos e já ter escrito sobre muitas coisas, muitas vezes quero escrever sobre assuntos que já escrevi. e quero voltar a escrever, mas não me quero repetir. irrita-me.

a outra é que, às vezes, apetece-me vir para aqui falar mal dessas pessoas que conheço e que poderão (ou não, mas há sempre a hipótese) ler o meu blog, mas não posso, porque elas depois vão ler. e como eu não sou de dramas, não gosto de maus ambientes nem nada, muitas vezes fico caladinha...

quanto à primeira, poderia repetir-me, mas não tinha piada, né?
quanto a esta última, devia era criar um blog anónimo. hunf --'

Muaah @

não sei porquê mas meti na cabeça e estava convencidíssima que Março não tinha 31 dias. hoje quando vi a data no telemóvel, a pensar que já era Abril, afinal ainda não. onde é que anda a minha cabeça? lol.